






Cerâmicas que podem utilizar propriedades elétricas e magnéticas na indústria eletrônica são chamadas de cerâmicas eletrônicas. Cerâmicas eletrônicas são cerâmicas que, em última análise, possuem novas funções através do controle preciso de sua superfície, contornos de grão e microestrutura. Elas podem ser amplamente aplicadas em energia, eletrodomésticos, automóveis e outros campos.
Materiais sinterizados, compostos principalmente por óxidos, amplamente utilizados na produção de componentes funcionais eletrônicos. O processo de fabricação de cerâmicas eletrônicas é aproximadamente o mesmo dos processos cerâmicos tradicionais.
Cerâmicas eletrônicas, também conhecidas como cerâmicas para a indústria eletrônica, são fundamentalmente diferentes das cerâmicas de potência gerais em sua composição química, microestrutura e propriedades eletromecânicas. Essas diferenças surgem de uma série de requisitos técnicos especiais exigidos pela indústria eletrônica para as cerâmicas eletrônicas. Os mais importantes incluem alta resistência mecânica, resistência a altas temperaturas e umidade, resistência à radiação, constante dielétrica que varia em uma ampla faixa, tangente de ângulo de perda dielétrica baixa, coeficiente de temperatura de capacitância ajustável (ou taxa de variação de capacitância ajustável), alta rigidez dielétrica e resistência de isolamento, e excelente desempenho de envelhecimento. As cerâmicas eletrônicas podem ser classificadas em cinco categorias com base em sua função e aplicação: porcelana isolante, porcelana para capacitores, cerâmicas ferroelétricas, cerâmicas semicondutoras e cerâmicas iônicas.
